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» Paróquia da Ribeira

 

 - História

 

- Heráldica da Paróquia

 

- Pároco

 

- Horários, Contactos e Serviços

 

- Sacramentos

 



 

 História

 

Informação Sumária

 

Padroeiro: S. João Baptista.

Habitantes: Cerca de 2000 habitantes e 1.500 eleitores.

Sectores laborais: Agricultura e pecuária, construção civil, pedreira e exploração de brita, transformação de madeira, panificação e pequeno comércio.

Tradições festivas: Santíssimo Sacramento (2º Domingo de Julho) e Senhor da Cruz da Pedra (2º Domingo de Agosto) e O Auto da Turquia.

Valores patrimoniais e aspectos turísticos:  Igreja paroquial, capelas de Santa Catarina, da Senhora da Abadia e da Cruz da Pedra e cruzeiro do adro da igreja, Casas Senhoriais, Lugares de Santa Catarina e da Fonte Coberta e forno da cal (Pego) belezas ribeirinhas do Rio Lima.

Colectividades: Assoc. Cultural Desportiva e Recreativa do Rancho Folclórico da Ribeira e Assoc. Cultural da Ribeira.

 

Situada à margem esquerda do rio Lima, junto à Vila de Ponte de Lima, na qual  fisisicamente  se integra, ocupa uma área de 991 ha.

 Esta freguesia fez parte do couto de Paradela que, como as de Crasto, Mazarefes, Freiriz e Gemieira, foi doado em 985 pelo rei Bermudo, de Leão, a D. Telo e sua mulher. Estes, por não terem descendência, doaram-nos, por sua vez, ao Mosteiro de S. Paio de Ante-altares, em Compostela.

As Inquirições de D. Afonso 111, feitas em 1258, mencionam esta freguesia.

Em 1374, D. Fernando, em virtude de o abade do referido Mosteiro de Compostela ter seguido a causa de D. Henrique II, de Castela, retirou-lhe a doação e emprazou aqueles domínios a Martim Mendes de Barreto.

O senhorio desta freguesia continuou na descendência de Diogo Pereira passando, por herança à posse dos senhores de Azevedo.

Américo Costa descreve-a como abadia da apresentação dos senhores dos coutos de Paradela e Mazarefes, mais tarde, viscondes de Azevedo. 

 


 

Heráldica da Paróquia

 

 

Descrição:

 

Escudo de ouro. Três tiras, ondadas, de azul e prata. Em chefe, arruela, de verde, carregada de um agnus dei de prata, nimbado de ouro, a segurar uma haste crucífera de ouro, com um lábaro de prata carregado de uma cruz  firmada de vermelho.

Em, campanha,  leão rompente, de vermelho, a empunhar um báculo do mesmo.

Coroa de ouro, cravejada de safiras e rubis, encimada pelo Cristo Rei, sobre mundo crucífero de azul, realçado de ouro.

Listel branco com a legenda a negro “ Paróquia de São João da Ribeira - Ponte de Lima.”

Bandeira verde.

 

 

     

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Símbologia

 

A coroa de rei, de ouro, cravejada de rubis e safiras, com o Cristo Rei a pontificar  no seu ápice, simboliza o Senhor do Universo,  tão justamente venerado no monumento existente na Freguesia de São João da Ribeira.
O escudo de ouro, com três tiras, colocadas em banda, ondadas de azul e prata representam o rio Lima, Em chefe, a arruela ou circulo de verde, carregada de um agnus dei de prata, nimbado de ouro, a segurar uma haste crucífera de ouro, com um lábaro de prata carregado de uma cruz  firmada de vermelho, está a simbolizar o padroeiro S. João Baptista.
Em, campanha, o leão rompente, de vermelho, a empunhar um báculo do mesmo, está a lembrar a origem beneditina da freguesia, na medida em que, ancestralmente, esteve ligada ao Mosteiro de S. Paio de Ante-altares, em Santiago de Compostela.

Bandeira verde, a representar a esperança e o aspecto rural da freguesia, cumpe, também, uma das regras heráldicas, que vai buscar a cor da bandeira a uma das peças colocadas no escudo, neste caso, a arruela que envolve, justamente, o padroeiro.

    


 

 

Igreja Paroquial (S. João Baptista)
 
Nota Histórica da vida de S. João Baptista
 
        João Baptista é o único santo, com a Virgem Maria, de quem a Liturgia celebra o nascimento para a terra. Isso deve-se certamente, à missão única, que, na História da Salvação, foi confiada a este homem, santificado, no seio de sua mãe, pela presença do Salvador, que mais tarde, dele fará um belo elogio (Lc. 7, 28). Anel de ligação entre a Antiga e a Nova Aliança, João foi acima de tudo, o enviado de Deus, uma testemunha fiel da Luz, aquele que anunciou Cristo e o apresentou ao mundo. Profeta por excelência, a ponto de não ser senão uma «Voz» de Deus, ele é o Precursor imediato de Cristo: vai à Sua frente, apontando, com a sua palavra e com o exemplo da sua vida, as condições necessários para se conseguir a Salvação.
A Solenidade do Precursor é um convite para que conheçamos a Cristo, Sol que nos vem visitar na Eucaristia, e dêmos testemunho d’Ele, com o ardor, o desinteresse e a generosidade de João Baptista.
Precursor de Cristo no nascimento e na morte
O santo precursor do nascimento, da pregação e da morte do Senhor, mostrou no momento da sua luta suprema uma coragem digna de atrair o olhar de Deus. Como diz a Escritura: Se aos olhos dos homens foi atormentado, a sua esperança estava cheia de imortalidade. Com razão celebramos festivamente o dia do seu novo nascimento, dia que ele tornou memorável com a sua própria morte e ilustrou com a gloriosa púrpura do seu sangue. Merecidamente veneramos com alegria espiritual a memória daquele que selou com o martírio o testemunho que dera do Senhor.
São João sofreu a prisão e as cadeias e deu a sua vida em testemunho do nosso Redentor, a quem devia preparar os caminhos. Não lhe foi pedido pelo perseguidor que negasse a Cristo, mas que calasse a verdade. E no entanto, ele morreu por Cristo.
Cristo disse: Eu sou a verdade. Por isso, foi por Cristo que São João derramou o seu sangue, porque foi pela verdade que o derramou. Se com o seu nascimento, a sua pregação e o seu baptismo dera testemunho de Cristo que havia de nascer, pregar e baptizar, também com o seu martírio precursor deu testemunho da futura paixão do Senhor.
Assim terminou a sua vida este homem tão insigne e valoroso, derramando o seu sangue depois de longo e penoso cativeiro. Ele que anunciara a liberdade duma paz superior, é lançado pelos ímpios na prisão; é encerrado na escuridão do cárcere aquele que veio para dar testemunho da luz e a quem a própria Luz, que é Cristo, denominou como uma lâmpada que arde e alumia; e foi baptizado com o próprio sangue aquele a quem foi concedido baptizar o Redentor do mundo, ouvir a voz do Pai que falava do Filho, ver a graça do Espírito Santo que descia sobre Ele. Por isso, longe de lhe parecer penoso, era pelo contrário fácil e desejável para ele suportar pela verdade os tormentos temporais, que lhe faziam antever a recompensa das alegrias eternas.
A morte não era para João Baptista apenas uma realidade inevitável da natureza ou uma dura necessidade. Ele desejou a como o melhor modo de confessar o nome de Cristo e receber assim a palma da vida eterna. Bem diz o Apóstolo: A vós foi concedido por Cristo não só acreditar n’Ele, mas também sofrer por Ele. E se ele diz que sofrer por Cristo é um dom concedido aos eleitos, é porque os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória futura que se há-de manifestar em nós.
 
Igreja da Ermida (Nossa Senhora da Abadia)
 
    No tombo de 1788, faz-se referência à existência da Capela de Nossa Senhora da Fonte Coberta, sita no lugar do mesmo nome. A imagem que se encontra à devoção é Nossa Senhora da Abadia. Nos últimos anos esta Capela foi totalmente restaurada, resta restaurar o retábulo ao Altar-Mor.
A devoção a Nossa Senhora da Abadia, celebra-se na Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, quinze de Agosto.
Nota Histórica sobre a Devoção a Nossa Senhora da Abadia
Nossa Senhora da Abadia é uma invocação católica da Virgem Maria. É conhecida também como Santa Maria do Bouro. Esta devoção surgiu a partir de uma imagem proveniente do Mosteiro das Montanhas, em Braga, Portugal, no ano de 883. Abadia é o nome que vem de Abade, o qual é o superior de uma comunidade de monges, eleito por eles com total autoridade e jurisdição ordinária sobre ela. Por isso, Abadia pode significar a comunidade religiosa ou residência dos monges. A imagem de Nossa Senhora da Abadia é muito bonita. Representa Maria de pé, segurando com a mão o menino Jesus com uma coroa. E com uma belíssima roupa das cores verde com flores, rosa, azul e branco e na mão direita um ceptro para guiar os seus filhos e filhas e na cabeça, uma linda coroa.
A devoção a Nossa Senhora da Abadia é originária de Portugal.
A imagem de Nossa Senhora da Abadia é bastante antiga, procedente do Mosteiro de Bouro, situado no concelho de Amares, em Portugal. Por isso é também chamada Santa Maria de Bouro. O Mosteiro de Bouro já existia naquela região por volta do ano 883. Naquele tempo, Portugal e Espanha tinham sido invadidos pelos mouros, que professavam a religião muçulmana. Com receio dos mouros, os monges abandonaram o Mosteiro e, para evitar a profanação da imagem da Virgem Santíssima, esconderam-na.
Após muitos séculos, no tempo do Conde D. Henrique, o fidalgo Pelágio Amado abandonou sua vida mundana e tornou-se emérita. Ele foi viver com um velho ermitão na ermida de São Miguel, perto de Braga.
Certa noite, num vale próximo da ermida, os ermitãos viram que brilhava uma luz bastante forte. Na noite seguinte, constataram que o fato se repetiu. Quando amanheceu, foram até o local, onde encontram uma imagem mariana entre as pedras. Cheios de júbilo, eles prostraram-se diante da imagem e, agradecidos, passaram a venerar nela a Virgem Maria.
Muitos devotos, os eremitas mudaram-se para aquele local e construíram ali uma simples ermida, onde colocaram a imagem. Tendo sabido do fato, o arcebispo de Braga foi visitar a imagem naquela ermida. Sensibilizado com a pobreza dos ermitãos, o bispo ordenou que edificasse uma igreja para abrigar a imagem. A igreja foi construída de pedra lavrada.
Paulatinamente, outros religiosos foram morar com os dois ermitãos, constituindo uma abadia. Com o aumento de prodígios realizados sob a intercessão da Virgem Maria, a devoção se espalhou e ficou conhecida em todo o país. O rei D. Afonso Henriques fez sua peregrinação à igreja, onde deixou boa doação para o sustento do culto e dos monges.
 
Igreja de Santa Catarina

No mesmo tombo faz-se ainda referência à existência da Capela de Santa Catarina, situada no alto monte do mesmo nome. Conta a tradição que outrora eram os pescadores que ofereciam a cal para pintar a Capela de Santa Catarina, pois servia de farol aos pescadores em noite de luar. Do recinto da capela de Santa Catarina, vê-se o leito do rio Lima até à Foz.
A Festa litúrgica acontece no dia 25 de Novembro de cada ano.
Nota Histórica da vida de Santa Catarina
A vida e o martírio de Catarina de Alexandria estão de tal modo mesclados às tradições cristãs que ainda hoje fica difícil separar os acontecimentos reais do imaginário de seus devotos, espalhados pelo mundo todo. Muito venerada, o seu nome tornou-se uma escolha comum no baptismo, e em sua honra muitas igrejas, capelas e localidades são dedicadas, no Oriente e no Ocidente. O Brasil homenageou-a com o estado de Santa Catarina, cuja população a festeja como sua celestial padroeira.
Alguns textos escritos entre os séculos VI e X, que se reportam aos acontecimentos do ano 305, tornaram pública a empolgante figura feminina de Catarina. Descrita como uma jovem de dezoito anos, cristã, de rara beleza, era filha do rei Costes, de Alexandria, onde vivia no Egipto. Muito culta, dispunha de vastos conhecimentos teológicos e humanísticos. Com desenvoltura, modéstia e didáctica, discutia filosofia, política e religião com os grandes mestres, o que não era nada comum a uma mulher e jovem naquela época. E fazia isso em público, por isso era respeitada pelos súbditos da Corte que seria sua por direito.
Entretanto esses eram tempos duros do imperador romano Maximino, terrível perseguidor e exterminador de cristãos. Segundo os relatos, a história do martírio da bela cristã teve início com a sua recusa ao trono de imperatriz. Maximino apaixonou-se por ela, e precisava tirá-la da liderança que exercia na expansão do cristianismo. Tentou, oferecendo-lhe poder e riqueza materiais. Estava disposto a divorciar-se para casar-se com ela, contanto que passasse a adorar os deuses egípcios.
Catarina recusou enfaticamente, ao mesmo tempo que tentou convertê-lo, desmistificando os deuses pagãos. Sem conseguir discutir com a moça, o imperador chamou os sábios do reino para auxiliá-lo. Eles tentaram defender suas seitas com saídas teóricas e filosóficas, mas acabaram convertidos por Catarina. Irado, Maximino condenou todos ao suplício e à morte. Excepto ela, para quem tinha preparado algo especial.
Mandou torturá-la com rodas equipadas com lâminas cortantes e ferros pontiagudos. Com os olhos elevados ao Senhor, rezou e fez o sinal da cruz. Então, ocorreu o prodígio: o aparelho desmontou. O imperador, transtornado, levou-a para fora da cidade e comandou pessoalmente a sua tortura, depois mandou decapitá-la. Ela morreu, mas outro milagre aconteceu. O corpo da mártir foi levado por anjos para o alto do monte Sinai. Isso aconteceu em 25 de Novembro de 305.
Contam-se aos milhares as graças e os milagres acontecidos naquele local por intercessão de santa Catarina de Alexandria. Passados três séculos, Justiniano, imperador de Bizâncio, mandou construir o Mosteiro de Santa Catarina e a igreja onde estaria sua sepultura no monte Sinai. Mas somente no século VIII conseguiram localizar o seu túmulo, difundindo ainda mais o culto entre os fiéis do Oriente e do Ocidente, que a celebram no dia de sua morte.
Ela é padroeira da Congregação das Irmãs de Santa Catarina, dos estudantes, dos filósofos e dos moleiros - donos e trabalhadores de moinho. Santa Catarina de Alexandria integra a relação dos catorze santos auxiliares da cristandade.
Orações a Santa Catarina
Protecção contra acidentes
Ó Santa Catarina, vós quebrastes a roda da engrenagem das mãos dos torturadores e por isto és invocada como protectora contra os acidentes; eu vos peço, protegei-me de todo e qualquer acidente. Acidentes de trânsito, acidentes com arma de fogo, acidentes de quedas e tombos, acidentes a pé e a cavalo, acidentes com instrumentos de trabalho, acidentes com venenos e agro-tóxicos, acidentes com máquinas e explosivos, acidentes de mordidas de cobras ou aranhas, acidentes em casa, na estrada, na roça, no campo ou no mato. Protegei meu corpo de todo e qualquer perigo que a cada instante estou sujeito a enfrentar. Defendei também a minha alma contra os perigos espirituais, que são tantos, em toda parte. Santa Catarina, protegei-me e salvai-me. Amém!
Rezar 1 Pai Nosso, 1 Avé Maria e 1 Glória.
 
Auxílio aos estudantes
 
Santa Catarina de Alexandria, que tivestes uma inteligência abençoada por Deus, abre a minha inteligência, faz entrar na minha cabeça as matérias de aula, dá-me clareza e calma na hora dos exames, para que possa ser aprovado(a). Eu quero aprender sempre mais, não por vaidade, nem só para agradar aos meus familiares e professores, mas para ser útil a mim mesmo, a minha família, à sociedade e à minha Pátria. Santa Catarina de Alexandria, conto contigo. Conta também tu comigo. Eu quero ser um(a) bom(a) cristão(a) para merecer a tua protecção. Amém.

Monumento de Cristo Rei

A poucos metros da Igreja Paroquial, hoje à margem da estrada Nacional, direcção Ponte de Lima – Ponte da Barca, foi levantado um Monumento a cristo Rei. Este Monumento foi inaugurado a 13 de Julho de 1969. O monumento tem altura de 30 metros e a imagem de Cristo Rei, 4 metros. Nas proximidades da vila mais antiga de Portugal, facilmente nos apercebemos deste simples monumento.
 

Igreja do Senhor da Cruz de Pedra


Na zona suburbana da Vila de Ponte de Lima, situa-se a Capela do Senhor da Cruz de Pedra. Esta Capela faz parte da Confraria do Senhor da Cruz de Pedra, erecta a 16 de Junho de 1818.

 

 

O Pároco

 

P. Manuel de Almeida e Sousa
Data de Nascimento: 18-04-1969
Naturalidade: Anais, Ponte de Lima,
Data de Ordenação: 31-07-1994, por D. Armindo Lopes Coelho
Licenciado em Teologia pela Faculdade de Teologia de Braga
Pároco desta Comunidade Paroquial desde o dia 13 de Setembro de 2009.
Nomeações de Pároco:
- 1994 a 1998 – Pároco de Cabana Maior, Carralcova e Grade;
- 1998-1999 – Pároco de Ermelo, Soajo e Gavieira;
- 1999-2002 – Pároco de Rebordões Souto
- 2002 – 2009 – Pároco de Caminha – Matriz e Vilarelho; Capelão da Misericórdia de Caminha e Administrador Paroquial de Venade no ano de 2009. Ao longo destes sete anos, fui Presidente do Centro Social e Paroquial Nossa Senhora da Encarnação de Vilarelho e Presidente da Assembleia Geral da Confraria Bom Jesus dos Mareantes. 


 

Horários, Contactos e Serviços

 

Terça-feira | 18:00 H (Inverno) – 19:00 H (Verão) | Igreja Paroquial

 

Quarta-feira |18:00 H (Inverno) – 19:00 H (Verão) | Igreja Paroquial

 

Quinta-feira |18:00 H (Inverno) – 19:00 H (Verão) | Igreja Paroquial

 

Primeira Sexta-feira do mês |18:00 H (Inverno) – 19:00 H (Verão) | Igreja Paroquial

 

Primeiro Sábado do mês |18:00 H (Inverno) – 19:00 H (Verão) | Igreja Paroquial

 

Sábados | 19:15 H (Inverno/Verão) | Igreja Paroquial

 

Domingo | 07:00 H (Inverno/Verão) e 11:00 H (Inverno/Verão)

 

 
Horário do Cartório
 
O Pároco de S. João da Ribeira, estará à vossa disposição sempre que seja solicitado. Mas para maior facilidade, o vosso Pároco encontra-se disponível meia hora antes das eucaristias semanais e após estas:


- Inverno – 17:30 até às 17:50 Horas e das 18:30 até as 19:15 Horas.
- Verão – 18:30 até às 18:50 Horas e das 19:30 até às 20.00 Horas.

 

Contactos

 

A paróquia tem vários contactos:


Telefone fixo – 258 944 132
Fax – 258 944 132
Móvel do Pároco – 964 052 441


Email: parocoribeira@diocesedeviana.pt / fabricajoaoribeira@sapo.pt


Correio electrónico do Pároco: padre.almeida@sapo.pt


Site Paroquial: www.paroquiadaribeira.com
 

Serviços


Para além de todo o serviço religioso da Paróquia, o Pároco visita mensalmente os doentes. Esta visita é feita nas vésperas da primeira sexta-feira de cada mês:
 

- Quarta-feira – Visita aos doentes da Esquadra de Crasto;
- Quinta-feira – Visita os doentes das Esquadras de Talharezes, Paradela e Ribeira.
 

Acresce o serviço no CPM (Centro de Preparação para o Matrimónio) no nosso Arciprestado de Ponte de Lima. 

 


 

Sacramentos

 

O Baptismo


O Baptismo é o sacramento que introduz o homem na Comunidade dos Filhos de Deus. Exige, como é compreensível, um acto de fé daqueles que o recebem. Se adultos, eles próprios darão testemunho do seu querer. Se crianças, esse querer e fé serão testemunhados pelos pais e pela comunidade representada pelos padrinhos. Uma criança é, pois, baptizada na Fé dos Pais e da Igreja.
Baptizar um filho não é, pois, uma mera formalidade, uma pura tradição. É antes comprometer toda a responsabilidade dos Pais em ordem ao futuro espiritual dos filhos. A criança precisa de encontrar na família donde brotou, condições favoráveis ao desenvolvimento da sua Fé Cristã. A primeira condição para educar é dar bom exemplo, isto é, só educam cristãmente os pais que são cristãos autênticos. Devem os pais cuidar da instrução catequética dos filhos e da frequência dos Sacramentos, que são, depois do Baptismo as outras fontes da Graça. Essa responsabilidade é comparticipada por um ou dois membros da Comunidade cristã que, generosamente, assumem o encargo de colaborar com os pais na educação dos novos membros da comunidade. São eles os padrinhos. Por isso estes devem ser escolhidos dentre as pessoas que, além, de maturidade humana, vivam exemplarmente a sua fé cristã e católica. Eles mesmos, pela mais elementar lealdade, não devem testemunhar compromissos que eles próprios não abraçam.

 

A Confirmação
 

A Confirmação, o Baptismo, e a Eucaristia são os três sacramentos chamados de “iniciação cristã”.
Após um primeiro contacto com o sagrado, que tem lugar no Baptismo, importa aumentar a capacidade humana de colaboração com a graça e maior identificação com Cristo, que deve verificar-se com dois sacramentos: Confirmação e Eucaristia.
O Sacramento da confirmação é o princípio de uma força sobrenatural que impele a pessoa, para o campo de actividade, em que a sua fé será posta à prova, mesmo perante a adversidade.
O confirmado é o verdadeiro “soldado” de Cristo, inserido no mundo e portador do Espírito Santo com os seus dons, que fazem dele uma testemunha verídica da realidade sobrenatural que o anima.
“Pelo sacramento da Confirmação, são mais perfeitamente vinculados à Igreja, enriquecidos com uma força especial do Espírito Santo e deste modo ficam obrigados a difundir e defender a fé por palavras e obras como verdadeiras testemunhas de Cristo”.
Com este sacramento atinge-se, de algum modo, a adultez da fé e com ela a corresponsabilidade nos destinos da humanidade, à qual se deve, em primeiro lugar o testemunho de uma vida de fé esclarecida.
Pelo Espírito Santo que lhes é dado, os fiéis são mais perfeitamente configurados com Cristo, e são fortalecidos pela sua virtude para darem testemunho de Cristo em ordem à edificação do seu corpo na fé e na caridade. Neles se imprime um carácter ou marca do Senhor, de tal modo que o sacramento da Confirmação não pode ser repetido.
Pertence ao povo de Deus preparar os baptizados para receberem o sacramento da Confirmação. Quanto aos pastores, é seu dever providenciar para que todos os baptizados cheguem à plena iniciação cristã e consequentemente se preparem com todo o empenho para a Confirmação.
Os catecúmenos adultos que vão receber a Confirmação imediatamente depois do baptismo, são ajudados pela comunidade cristã, especialmente através da formação que lhes é ministrada durante o tempo do catecumenado. Neste trabalho de preparação, são chamados a dar o seu contributo os catequistas, os padrinhos e os membros da Igreja local, por meio da catequese e das celebrações rituais comunitárias. A organização deste catecumenado será oportunamente adaptada para aqueles que, baptizados em criança, só na idade adulta se aproximam da Confirmação.
A cada confirmado assistirá habitualmente um padrinho, cuja missão é conduzi-lo à recepção do sacramento, apresentá-lo ao ministro da Confirmação para a sagrada unção e ajudá-lo depois a cumprir fielmente as promessas do Baptismo segundo o Espírito Santo que recebeu.
Tendo em conta as condições pastorais do nosso tempo, convém que o padrinho do Baptismo, se está presente, seja também o padrinho da Confirmação. Deste modo significa-se de maneira mais clara o nexo entre o Baptismo e a confirmação e ao mesmo tempo torna-se mais eficaz a função e o ofício de padrinho.

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